sábado, julho 12, 2008

Da questão existencial....ou sobre aludir, eludir e iludir.

Existe um tempo de falar um não;
Existe um tempo de tomar folego;
Existe um tempo de descanso,
Existe um tempo em que saimos do ar, para refletir.
Existe a volta onde o ar nos enche de ideias maravilhosas e que devemos por em pratica.

Estas palavras são deveras interessantes, quase todas as vogais podem ser cantaroladas, mas deixo o uso da letra O ou U por conta de qualquer um, sigo com as citadas pois encaixam no que desejo escrever no momento.

Não deixarei de obter nada do que tenho em termos materiais, com a minha assinatura de saida da Universidade privada onde trabalhei por 04 anos.
Minha referencia quanto a qualquer trabalho propoem à minha pessoa que cumpram-se sempre as leis trabalhistas, e sei que serão postas em pratica sem qualquer alarde.

Mas assusta-me a probabilidade crescente de que, na medida em que um professor sobe em conhecimento e em conceito com seus alunos, ele seja afastado do seu local de trabalho, por medidas empresariais que simulam um enxugar receitas para maior lucro.

Sabemos que no momento atual, o setor educativo privado, obtem um alto nivel conceitual, principalmente porque o ensino federal continua morosamente no mesmo lugar, mas isso é outra "estoria" , que compete a quem escreve sobre o percurso historico educativo refletir e escrever.
Falo sobre a descartabilidade de um professor, não estou a falar da mobilidade necessaria a um professor, falo da queda da importancia de um professor, da sua descartabilidade, isso sim, em nome de falsos conceitos.
Vamos então às palavras:
Desejo aludir (mencionar) que nunca coloquei como meta, ser Coordenadora de curso nenhum, sou uma professora pratica (direta) e adoro a pratica de aulas com meus alunos, em qualquer idade.
Desejo eludir (escapar) de conceitos que se possam formar, em formas vistas e revistas sobre atos de iludir Colegiados onde em reuniões não se debate o que acontece em cada disciplina, e onde torna-se cada reunião em simples transmissão de atos administrativos e ponto final.
Em que pensam quando falam sobre a Epistemologia? Como seguir Mondin, Moran, Perrenoud?
Sigo em outros planos de trabalho com o mesmo afeto por quem passa por minhas mãos e responsabilidade, afeto diferenciado, exigente pois não sou pertencente à família de ninguem, eu ensino e basta.

Muitos refletem e acham o mesmo, mas cabem calar-se para seguir em seu trabalho.
Acho bem, mas falar, não podemos deixar de saber, liberta!

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